REGIÕES METROPOLITANAS FINALMENTE RESTITUÍDAS

Idas e vindas, vetos, emendas e discussões permearam a aprovação da lei que restitui as regiões metropolitanas em Santa Catarina. A bandeira que os deputados Kennedy Nunes e Joares Ponticelli, ambos do Partido Progressista, empunharam desde 2007, foi finalmente votada na Assembleia Legislativa de Santa Catarina.
A lei proposta pelo deputado Kennedy Nunes foi primeiramente vetada pelo governo, que depois se viu obrigado a ceder à pressão dos prefeitos e encaminhar uma nova proposta, o Projeto de Lei Complementar 0052/2009. O deputado Joares Ponticelli, astuciosamente, incluiu um substitutivo global e conseguiu fazer com que o projeto fosse aprovado com teor igual ao projeto original do deputado Kennedy.
Por essa lei, juntam-se à Região Metropolitana de Chapecó, única instituída até então, as regiões do Vale do Itajaí, da Carbonífera, de Tubarão, do Norte e Nordeste, de Florianópolis, de Lages e da Foz do Rio Itajaí.

Entenda a importância das regiões metropolitanas.

A criação de uma região metropolitana possibilita a união de esforços de municípios próximos, fortalecendo-os e, a partir de ações integradas, viabilizar benefícios de investimentos e financiamentos, inclusive de organismos internacionais, para setores essenciais tais como: saneamento básico, destino do lixo, fornecimento de água potável, transportes e telecomunicações.
Mais do que isso, há questões que não cabem ao estado, mas sim ao município, e neste caso, as secretarias regionais nada podem fazer. Um exemplo bastante interessante de benefício de uma região metropolitana, é a ligação para um número com o mesmo DDD, que deixa de ser uma ligação interurbanas.
Outro bom exemplo se refere ao problema de saneamento básico de Florianópolis, já que fica difícil sanear a ilha sem envolver os municípios próximos. A água que banha Palhoça, Biguaçu e São José, é a mesma que anha Florianópolis

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